segunda-feira, 8 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O PODER DA UNIDADE


René Kivitz
Grande ironia. É justamente do projeto da torre de Babel que extraímos grande ensinamento para o "projeto de construção" da igreja. Aqueles queriam construir uma cidade com uma torre que chegasse até o céu. Pretendiam ficar famosos e se precaver de uma outra chuva forte, e põe forte nisso, que os espalhasse pelo mundo.

Vários erros de projeto: a pretensão de chegar ao céu, pois no céu a gente só chega levado por alguém que é do céu; a motivação de empreender para ter um nome, pois a gente não faz para ser, a gente faz porque é; e, a pretensão de correr para o céu para fugir da terra, pois o máximo que podemos fazer é trabalhar para a terra mais parecida com o que imaginamos seja o céu.

Erros comuns ainda hoje. Ainda tem gente achando que o reino de Deus é levado adiante pelo mérito e esforço humano, sem o concurso da graça de Deus; ainda tem gente que acredita que sua identidade depende de suas conquistas e realizações; e ainda tem gente cujo projeto de vida não inclui a terra, mas apenas o céu, isto é, não é um projeto de vida, é um projeto de morte.

Mas apesar dos erros, é em Babel que Deus se pronuncia revelando um dos maiores segredos do sucesso de qualquer empreendimento histórico e coletivo: "Essa gente é um povo só, e todos falam uma só língua. Isso que eles estão fazendo é só o começo. Logo serão capazes de fazer o que quiserem". Unidade. Eis o segredo. Unidade no entendimento, no projeto, no processo, nos esforços. Talvez daí o mote dos militantes: "o povo unido jamais será vencido". Semelhante ao que disse Jesus: "uma casa dividida contra si mesma não prospera".

A fragilidade da igreja evangélica no Brasil, em boa medida, se explica daí. No lugar de unidade, dispersão; de cooperação, competição; de soma e multiplicação, subtração e divisão; de sujeição mútua, difamação; de uma só língua, muitos sonidos incertos; de um só coração e mente, muitas caras, e caras de gente que mente.

Eis porque é imprescindível uma parada para ouvir novamente a voz de Deus. Separar um tempo para reavaliar a identidade, a caminhada, as aspirações e os sonhos para o futuro. Desacelerar a agenda de atividades para abrir espaço para a reflexão e a devoção comunitária. Que igreja somos nós? Que igreja queremos ser? Aliás, que igreja Deus quer que sejamos? Em que fase estamos do projeto? Quem são os pares no empreendimento? Em que proporção caminhamos em unidade, falamos a mesma língua e rumamos na mesma direção? Quão informada está a caravana a respeito da viagem? Falamos todos a mesma língua? Enfim, estamos em unidade. Unidade com Deus, e unidade entre nós.

O fato é que estamos construindo uma igreja, uma igreja que carinhosamente chamamos Ibab. Mas o que caracteriza nosso "projeto de construção"? O projeto nasce de nossa identidade como filhos de Deus, súditos do rei Eterno, e mão de obra - cooperadores do grande projetista? O projeto é levado adiante sob a graça de Deus e a unção do Espírito? O projeto é uma expressão de fuga dos desafios da terra ou uma expressão de compromisso com a missão de Jesus e o reino de Deus?

"A igreja é você quem faz". Aqui, estamos construindo uma igreja. E não uma torre. Não queremos chegar no céu. Queremos chegar até os confins da terra para fincar bandeiras e declarar "o reino de Deus chegou". Queremos ser um povo só, falando um só língua. E acreditamos que tudo quanto fizemos foi apenas o começo. Esperamos que Deus coloque em nossas mãos o que ainda falta do "projeto impossível" e faça de nós um povo capaz de fazer qualquer coisa.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

EVANGELIZAÇÃO NA VIZINHANÇA DA IGREJA

1ª SEMANA DE SETEMBRO

QUARTA-FEIRA, 03/09 - JARDIM EUROPA
Saída - Praça da Inglaterra às 15H
QUINTA-FEIRA, 04/09 - WILSON BRITO
Saída - Núcleo na residência da irmã Nita às 15H
SEXTA-FEIRA, 04/09 - VILA VARGAS
Saída - Praça Caravelas às 15H

domingo, 24 de agosto de 2008

QUEM É CRISTO PARA OS CRENTES



Nunca houve nem haverá alguém como Ele. Ninguém conseguia passar a mensagem do evangelho com tanta autoridade, clareza, paciência e sabedoria. E logo Ele, o filho do carpinteiro. As pessoas se assustavam quando viam aquele jovem que eles conheciam da carpintaria do saudoso José, erguendo-se em meio à multidão e dizendo aos seus discípulos: "Dai-lhes de comer". Como poderia ser? Ele, que havia crescido entre serrotes e martelos, agora andava sobre o mar. Parece um enigma. O carpinteiro, tão acostumado com madeira e pregos, acabou morto exatamente através de seus antigos instrumentos de trabalho...
E o que dizer dos endemoniados, dos cegos, dos surdos, dos mudos, dos aleijados, todos libertos pela sua palavra?
E que palavra. Algo que Ele fez questão de tornar claro através de insistentes parábolas, alegorias, metáforas...
Nada de teologia complicada. Termos técnicos. Não, os pescadores não entenderiam. Os cobradores de impostos e as prostitutas também não. Seu ensino era tão abertamente claro e óbvio, que nem o pobre Nicodemos conseguiu captar sua mensagem, e sabe por quê? Porque tinha teologia demais na cabeça. Tradição demais na cabeça. Por isso meu mestre gostava de crianças: sua mente é limpa, pura e inocente. Não trás preconceitos ou julgamentos precipitados.
Ao final de sua jornada não fugiu ao seu estilo simples e objetivo de ensinar, quando dá as últimas instruções aos seus discípulos. "Ide e pregai o evangelho a toda criatura" e "fazei discípulos de todas as nações" são a essência. Quem passou a vida toda ensinando, termina seu ministério terreno mandando ensinar, como se dissesse "não parem de pregar a verdade!"
Ele não mandou construir templos suntuosos.
Ele não mandou que as pessoas se preocupassem em usar roupas caras ou importadas.
Ele não mandou que transformassem a sua casa em lugar de comércio.
Ele não mandou que inventassem modismos teológicos para complementar tudo o que havia dito. Sua palavra sempre foi, é e sempre será mais do que suficiente.
Ele não mandou que as pessoas se ocupassem de questões tolas, como por exemplo, descobrir quantos espinhos haviam em sua coroa de espinhos ou se a cruz onde foi colocado não era para ele e sim para Barrabás.
Ele não mandou comercializar sua Palavra. De graça recebeste, de graça dai.
Ele não mandou matar em seu nome. Ele veio para que tivéssemos vida, e vida em abundância.
Ele não mandou que adorássemos sua mãe.
Ele não mandou lutar pelo melhor lugar na obra. Seus discípulos fizeram isso, e foram repreendidos por ele.
Ele não mandou que buscássemos os melhores lugares nas sinagogas. Os fariseus faziam assim.
Ele não mandou que olhássemos somente para aqueles a quem amamos e são nossos irmãos. Na verdade ele disse para fazer exatamente o contrário disso.
Ele não mandou que ficássemos dentro de uma igreja a semana toda, achando que isso é tudo o que é ser cristão. Na verdade ele cobra de nós ação, atitude, movimento. Ele nunca ficou parado.
Ele não mandou que criássemos complexos mecanismos ritualísticos, cheios de interpretações teológicas, para que as pessoas fossem libertas, salvas, abençoadas e cheias do Espírito Santo. Seu sangue, seu nome e sua Palavra são tudo o que nós temos e precisamos para que essas coisas sobrevenham.
Enfim, ele não nos mandou mandar.
Ele é maravilhoso. Autor: Missionário Neto CurvinaFonte: www.PalavraPrudente.com.br

sábado, 23 de agosto de 2008

O PILOTO


Loyde John Ogilvie (pastor norte-americano) conta a história de um menino que conheceu numa viagem. Ele observou o menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo. Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona. O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estava sendo feitas. Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade ,muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino: - Você não está com medo? - Não senhora, não tenho medo, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir: Meu pai é o piloto. Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme. Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiarmos, e que nos sirva de socorro. No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso "PAI É O PILOTO" Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra. Ele está no controle, por isso não há o que temer. Se um medo inconsolável tomar hoje conta do seu ser, diga: "MEU PAI É O PILOTO, NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

ROMPENDO O CICLO DA HOSTILIDADE

Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. S. Mat. 5:9.Algum tempo atrás, uma senhora escreveu para a conselheira Ann Landers, que mantinha uma coluna em muitos jornais. O pseudônimo da consulente era "Filha. Qualquer lugar. EUA." Essa senhora descreveu sua mãe como "a pessoa mais imprestável do mundo".Contou como sua mãe a criticara desde quando ela se conhecia por gente, fazendo com que se sentisse tola e inútil.Por sorte, aquela senhora se havia casado com um pacificador - o tipo de pessoa sobre a qual Jesus estava falando quando pronunciou a sétima bem-aventurança. O marido daquela senhora ajudou-a a ver que sua mãe era produto da criação que recebera, e levou-a a imaginar como teria sido a infância dela, já que a sua mãe tinha sido crítica, egoísta e intratável. A consulente se lembrava muito bem de sua avó.Aceitou a sugestão do marido e não teve dificuldade para imaginar como teria sido a infância de sua mãe. Devia ter sido pelo menos tão ruim como a dela mesma.Quando a remetente daquela carta começou a ver a questão sob essa luz, a atitude dela para com a sua mãe começou a mudar também. A compaixão substituiu a hostilidade. E, embora sua mãe não tivesse mudado basicamente de conduta na ocasião em que a carta foi enviada (talvez isso fosse esperar demais!), a filha havia mudado, e isso é que era importante.O melhor, entretanto, foi que seu relacionamento com a mãe melhorou a ponto de ela poder passar por alto as críticas. Em compensação, percebeu que sua mãe não lhe jogava mais tantas farpas. Esperava até que um dia ela e a mãe pudessem ser